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Como usar o mapeamento de stakeholders para iniciativas de ESG?

Veja como o mapeamento de stakeholders para iniciativas de ESG pode ajudar a tornar sua marca mais forte, mantendo a competitividade.

Fazer o mapeamento de stakeholders para iniciativas de ESG é essencial para o sucesso de sua estratégia. Descubra o porquê e como incorporar essa importante ferramenta no artigo abaixo. Boa leitura!

Afinal, o que é ESG?

O termo ESG surgiu pela primeira vez em 2004 na publicação feita pelo Pacto Global da ONU em parceria com o Banco Mundial “Who Cares Wins” a partir de uma provocação feita pelo então secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, aos líderes das principais empresas da época.

O desafio envolvia gerir os negócios de forma a que resultados empresariais fossem alcançados sem prejuízo ao meio ambiente, às pessoas e ao ambiente de negócios.

Desse desafio, surgem os pilares Ambiental, Social e de Governança – ASG ou, em inglês, Environment, Social e Governance – ESG. Os pilares ESG envolvem os seguintes tipos de ações:

  1. Ambiental: ações voltadas à preservação do meio ambiente, consumo mais consciente dos recursos naturais, diminuindo emissão de carbono, maior eficiência energética/hídrica, reduzindo riscos, etc.; 
  2. Social: como a empresa lida com questões como inclusão e diversidade, relacionamento com stakeholders, etc. 
  3. Governança: avalia a transparência e a ética na gestão empresarial, bem como a proteção de dados e privacidade. 

De lá para cá o ESG só cresceu. Para se ter uma ideia, os ativos sustentáveis globais, estimados em US$ 2,5 trilhões em 2022, devem chegar a atrair US$ 53 trilhões no ano de 2025. 

Outro fator que mostra a relevância do ESG: o maior fundo de investimentos do mundo, o Black Rock, em 2020, decidiu investir apenas em empresas verdadeiramente ESG. 

No entanto, desenhar e implantar uma estratégia ESG que seja efetiva sob a perspectiva dos impactos que gera e da contribuição que oferece aos resultados de negócio ainda configuram-se desafios para muitas empresas.

Outro desafio é o de identificar parceiros que possam impulsionar os projetos e estimular inovações que enderecem questões ESG pertinentes  ao negócio.

O engajamento efetivo dos stakeholders envolvidos na execução da estratégia é ainda um ponto crítico que pode afetar a percepção de relevância em se envolver ou continuar a alocar recursos  para projetos ESG.

Como então navegar esses desafios para poder potencializar as oportunidades que o ESG traz ?

Antes de tudo, é essencial a identificação e a escuta estruturada dos stakeholders que precisarão ser engajados tanto para a execução de projetos quanto daqueles que avaliarão os resultados dessas iniciativas. 

Nesse sentido, é altamente recomendável que empresas adentrem a sua jornada ESG por meio da realização de  um ‘diagnóstico’ dos impactos de seu negócio que incorpore tanto a coleta de dados quanto a escuta dos seus stakeholders.

É comum, porém, que empresas não tenham total compreensão da totalidade dos stakeholders que afetam e possam ser afetados por suas operações e serviços.

O mapeamento de stakeholder é, assim, uma ferramenta útil para essas empresas. 

Como elaborar o mapeamento de stakeholders para iniciativas de ESG

O mapeamento de stakeholders para iniciativas de ESG é uma ferramenta importante que ajuda você a identificar os stakeholders que integram o ecossistema de negócios do qual sua empresa faz parte. Além de possibilitar a compreensão de quais dentre esses stakeholders deverão ser mobilizados e quais serão os mais afetados pelas estratégias de negócio.

É importante que o seu mapeamento de stakeholders vá, no entanto, além da mera identificação e qualificação desses atores. É essencial que traga também os vínculos entre eles e como interagem entre si, de forma a gerar insights mais estratégicos para o desenho de ações de engajamento e gestão dos stakeholders mapeados.

Living Stakeholders®: colaborando para uma estratégia ESG eficiente

O ESG é uma prática essencial para organizações que desejam se manter competitivas. E muitas delas estão comprometidas com alguma ação nesse sentido. 

Porém, ações isoladas não conseguirão criar uma cultura organizacional voltada à sustentabilidade, social e governança.  

Para que ele seja vinculado aos propósitos organizacionais, é preciso uma estratégia robusta que cative seus públicos de interesse. E, assim, gerar negócios mais sustentáveis, onde todos saem ganhando. 

Nesse sentido, o Living Stakeholders®, da Tree Intelligence, que mapeia stakeholders com ciência de redes, de dados e netnografia, é uma solução que contribui com empresas nas suas jornadas ESG. 

Com ela, você identifica os públicos relevantes, alinha seus interesses com os de sua estratégia ESG e acompanha os resultados. Tudo isso com eficiência, praticidade e rapidez. 

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